Gabinete de leitura na Vila Buarque
Um pequeno espaço em São Paulo, três editores, oitenta assinantes. A primeira publicação é uma cartografia comentada da imprensa independente brasileira do pós-2008.
Começamos como uma assinatura editorial em São Paulo, em 2014. Hoje somos uma plataforma de conhecimento aplicado conduzida por dezessete pessoas, em três cidades, ao longo de duas edições anuais.
Um pequeno espaço em São Paulo, três editores, oitenta assinantes. A primeira publicação é uma cartografia comentada da imprensa independente brasileira do pós-2008.
Uma compilação aberta de quarenta e dois protocolos de decisão usados por redações brasileiras e portuguesas. Esgota a primeira tiragem em três meses.
O método sai do impresso e vira programa formativo. Edição I conduzida com nove estúdios de quatro países, ao longo de doze semanas. Conclui-se em formato híbrido por imposição do contexto sanitário.
Os cadernos de método produzidos pelas equipes ao longo de quatro anos passam a integrar um acervo público consultado por pesquisadores em comunicação e edição.
Programa estruturado em cinco movimentos, quinze semanas, dois encontros públicos e uma defesa pública. Conduzido por quatro docentes-curadores e oito mentoras-residentes.
Defendemos que o trabalho editorial avança quando substitui o gosto pessoal pelo argumento construído. Toda decisão metodológica conduzida no programa é defendida verbalmente diante de uma banca de pares.
Estúdios que esquecem repetem. Construímos com cada equipe um caderno-vivo que registra decisões, dissensos e revisões — não para arquivo, mas para que a próxima geração da equipe possa ler o presente.
Recusamos a ideia de que a velocidade contemporânea torna o pensamento editorial impossível. Ensinamos a separar o que é urgente do que é importante e a defender prazos com a mesma seriedade com que se defende uma capa.
Não acreditamos em fórmulas. Acreditamos em estúdios capazes de defender em voz alta as suas próprias decisões editoriais.
Editora e pesquisadora. Cofundou a plataforma em 2014 após dezessete anos em redações no Brasil e em Portugal.
Conduz o eixo metodológico desde 2018. Autor de quatro publicações sobre processos editoriais aplicados.
Diretora de arte com passagens por revistas independentes brasileiras. Conduz oficinas e revisões tipográficas.
Pesquisador-residente. Mestre em comunicação editorial pela Universidade de São Paulo.
Quinze semanas, cinco movimentos, vinte e duas vagas. As candidaturas para o ciclo XIV estão abertas até 30 de junho.
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